Cursos
de nível superior de curta duração voltados
para uma área específica – denominados tecnológicos
– passaram a ser avaliados pelo Ministério da Educação
por meio do Enade - Exame Nacional de Desempenho de Estudantes.
Com
a medida, o objetivo do governo é inibir a desconfiança
dos estudantes e empregadores em relação a esses
cursos, aumentando seu conceito, já que sua finalidade
precípua é garantir uma inserção rápida
no mercado de trabalho. A modalidade representa 3,7% do total
de estudantes do ensino superior brasileiro.
A
oferta de vagas está em expansão, apesar das resistências
nos meios acadêmicos tradicionais. Muitos cursos tecnológicos
acabam sendo cancelados por falta de candidatos. Uma das preocupações
do governo é não pasteurizar os cursos, inibindo
sua capacidade de inovação.
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